Publicado por: Armando Ferraz Santos | Maio 22, 2009

A fórmula para obter informações e organizá-las

As pequenas empresas têm como obter mais informações sobre seus clientes e cruzá-las com dados coletados na internet para assim criar sistemas mais efetivos de apoio às vendas.

Se as grandes empresas já se armaram com inúmeros softwares para obter mais informações e gerenciar estas informações, eu, com o meu pequeno e-commerce, tenho alternativas?

A resposta é sim, e bem mais simples e baratas do que as grandes empresas pagam.

Nem tudo se resolve com sistemas complexos, especialistas e mais burocracia. O pequeno empresário não tem possibilidade de contar, pelo orçamento reduzido, profissionais que pensam em pequenas empresas com soluções customizadas. O que geralmente existe são produtos prontos, que podem ser customizados.

Mas como obter mais informação sobre meus clientes? E como gerenciar minhas informações?

Melhor seria perguntar o que raios vão fazer com estas informações.

Informação hoje é um bem precioso – que o pequeno empresário desconhece, ignora ou simplesmente não tem tempo para analisar mais a fundo os dados que possui.

Um exemplo interessante são os restaurantes – pelo menos aqui em São Paulo já pedem o número do seu CPF para gerar a nota fiscal eletrônica. Mas ficam apenas no CPF. Poderiam, por exemplo, pedir o nome, telefone e a data de aniversário, assim no aniversário poderia oferecer um desconto para o cliente, que levaria outros.

A resposta para as questões é muito simples.

  • A melhor forma de obter informação é perguntar e buscar.
  • O gerenciamento depende dos objetivos – onde você pretende chegar.

Três palavras mágicas bem balanceadas podem ajudar você a organizar suas informações e dar uma direção de onde você pode chegar com a sua empresa. São elas: eficiente, eficaz e efetiva.

Com estas palavras você se pergunta:

Minha empresa é eficiente? Ou seja, ela faz mais com menos?

Este dado você tem de imediato quando você olha os custos e o quanto vendeu. É olhar para a sua empresa e ver o quanto pode melhorar operacionalmente. O pequeno empresário não precisa de softwares caríssimos.

Minha empresa é eficaz? Ou seja, ela faz o que o mercado quer?

Não é preciso muitos recursos tecnológicos para identificar o que os clientes necessitam, nem o que o mercado está esperando, pois além do contato diário com os clientes, temos empresas como Google e Yahoo que nos dão isto de mão beijada, através de buscas que trazem fóruns, blogs etc. Basta estar “antenado” para seguir estas informações, pois hoje o site do cliente deixou de ser uma página da internet para ser um influenciador nas vendas.

Além do seu site, veja também os concorrentes, os blogueiros, os curiosos, chats etc. Veja o que falam de sua empresa e posicione-se melhor na luta com os concorrentes.

Minha empresa é efetiva? Ou seja, faz o que é bom para a sociedade e é sustentável?

Esta pergunta é mais analítica e exige um pouco mais de conhecimento. Para chegar a esta resposta não há ferramentas nem indicadores, nem para as grandes, muito menos para as pequenas empresas. É a consolidação das duas perguntas anteriores.

Com estas informações fica mais fácil entender a “teoria do caos”, que são os dados que temos. Podemos, por exemplo, de um e-commerce que vende pastilhas para mosaico, vender além das pastilhas e produtos para mosaicistas, mas ajudar pessoas a desenvolver uma atividade prazerosa na criação de peças artesanais, como um hobby para sair do stress cotidiano.

Para isso é preciso evidenciar os produtos necessários para criar o mosaico e oferecer um passo a passo para iniciantes. Isto não depende de sistemas complexos, mas apenas de um pouco de informação do seu negócio, do mercado que você está atuando e da sociedade em geral.

Acredito que com a implantação dos novos sistemas de nota fiscal eletrônica os empresários irão obter mais informações do seu próprio negócio. Ficará mais fácil cruzar com os dados coletados na internet e assim criar sistemas de informações customizados e mais efetivos.

Publicado por: Armando Ferraz Santos | Outubro 30, 2008

Mobile Commerce ou M – Commerce

O que é ?
Segundo o Wikipedia (http://en.wikipedia.org/wiki/M-commerce)
 ”Mobile Commerce é toda e qualquer operação que envolva a transferência de propriedade ou de direitos de utilização de bens e serviços, que é iniciado e / ou concluído até o acesso ao computador usando o celular mediada por redes com a ajuda de um dispositivo eletrónico.”

Eu particularmente trocaria “usando o celular” por “usando um dispositivo de comunicação móvel”, pois a cada dia que passa temos a sensação que o aparelho celular serve para tanta coisa que falar com ele é mero detalhe.

Ainda pouco difundido, vejos alguns textos que colocam o mobile commerce como sucessor do e-commerce como tudo na area de tecnologia da informação, criamos uma versão X + 1 para tudo, que vem de novo no mercado, porem não vejo o mobile commerce como um sucessor e sim como um grande aliado do e-commerce, pois na minha opinião vejo que serão adaptados os e-commerces atuais para um padrão de mobile commerce, ainda em fase de criação, assim como aconteceu no proprio e-commerce que foi crescendo e tornando parte na vida de todos nós, o mobile commerce acredito vai usar o mesmo caminho.

Pois com serviços de transmissão de dados para mobile cada vez melhores, celulares com cada vez mais funções e acesso a estas informações, se cria um ambiente propicio para oportunidades de negócios.

Evolução das tecnologias de celulares:
1G – Quase todos os sistemas ou standards desta geração eram analógicos, onde o tráfego principal era a voz.
2G – Todos os sistemas ou standards desta geração eram digitais. Surgimento do GSM e GPRS.
3G – Os sistemas ou standards desta geração, são um refinamento dos da geração anterior.
4G – Prevista para 2012, onde já se fala de taxas de transferência de dados 260 vezes mais rápida.

Temos já algumas aplicações interessantes para mobile, vou colocar algumas aplicações que vem sendo desenvolvidas.

Mobile ticketing
Os tickets enviados para os telefones celulares, que o usuário apresenta na bilheteria, isto pode controlado por exemplo por agencias de viagens, que envia os tickets de um pacote de serviços contratado por ele, ou até mesmo em aeroportos facilitando o trafego de passageiros, ou simplesmente em estacionamentos.

Mobile vouchers, cupons e cartões de fidelidade
O usuário pode receber cupons de desconto via celular, ou até ter vantagens como um cartão de fidelidade, diferente de outros cartões de fidelidade que o usuário tenha inumeros cartões, este vai estar armazenado no celular, permitindo que o usuarios tenha melhor proveito das vantagens de fidelidade.

Compra de Conteúdo 
Impulsionada hoje principalmente pela faixa etária de 12 à 25 anos, hoje a compra de conteudo como mp3, ring-tones, papeis de parede e etc, pode ter uma grande alvancagem com as redes 4G, pois com maior velocidade de downloads, e o barateamento de serviços de banda larga para celular, alem da popularização de celulares com acesso a internet, acredita – se em um maiores oportunidades de vendas.

Serviços de Location-based
Este talvez seja um dos serviços que mais me chama atenção, pois conhecendo a localização do usuário, são grandes as chances de estimular a venda de produtos da região, ou seja sabendo que o usuário está em determinado lugar, podemos oferece pra ele um mapa da região, o que a região oferece e lista de empresas do local com seus produtos e serviços.

Serviços de informação
Uma grande variedade de serviços de informação pode ser vendido, desde os nossos conhecidos horoscopos até informações financeiras ou até mesmo dados sobre o transito, que pode ser oferecido junto com um serviço de Location-based.

Mobile banking
Grandes esforços se tem tido para, oferecer aos usuário de Bancos, não só acesso as suas contas, como consulta a saldos e extrados, mas também transações como compra de ações e envio de dinheiro, porem há ainda um obstáculo a ser superado que é a segurança das transações e informações.

Mobile para Corretora de ações
O objetivo é fazer com que o assinante ou usuário de corretoras tenham em tempo real a evolução de suas carteiras, tendo a informação mais rápido, ele pode reagir as tendências do mercado acionário.

Mobile marketing e publicidade
O Marketing e publicidade para celulares, é um conceito ainda emergente, mas vem a cada dia crescendo mais, segundo uma pesquisa realizada pela Qualibest, mostrou que cerca de 66% dos entrevistados acreditam na eficácia da propaganda para dispositivos moveis, e 70% preferem receber propagandas. Com o aumento do m-commerce certamente teremos mais publicidade em nossos celulares, e logico que mais pressão para ter privacidade e segurança.

Estes são apenas alguns serviços e possibilidades de mobile, ainda teremos muitas surpresas no campo de mobile commerce, principalmente nas questões técnicas de desenvolvimento e de comercialização destes serviços.

Publicado por: Armando Ferraz Santos | Junho 10, 2008

Por que a loja vizinha deu certo?

Por: Colunista
10/06/08 – 08h00
InfoMoney ( http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1110251&path=/seunegocio/ )

Uma grande rede de supermercados decide abrir uma loja bem próxima de outra, no mesmo bairro, com praticamente os mesmos serviços e sortimento. Os dois estabelecimentos estão situados em áreas nobres, com consumidores de alto poder aquisitivo. No entanto, a grande surpresa – negativa, por sinal – é descobrir que, enquanto uma ia de vento em popa, a outra não conseguia se firmar. Por quê?

Qual o erro cometido, já que ambas oferecem iguais serviços e mix de produtos? A resposta fundamental para a questão está no desconhecimento dos perfis específicos dos clientes de cada unidade, como renda, nível educacional, hábitos, estilo de vida, valores pessoais ou faixa etária.

Focos diferentes
De fato, no exemplo acima, apesar de as unidades estarem localizadas na mesma região geográfica e atenderem clientela com o mesmo poder de compra, critério comumente e muitas vezes o único levado em conta pelos varejistas para definir as estratégias comerciais, uma recebe pessoas de faixa etária mais alta, cujas expectativas e necessidades eram plenamente atendidas.

Em contrapartida, o público da loja que não vai bem é de jovens, com predileção por bebidas isotônicas, jogos eletrônicos, produtos esportivos etc., que não estavam disponíveis para compra. Encontrado o problema, foram feitas adaptações e o faturamento cresceu substancialmente.

“O exemplo real acima é uma clara demonstração de que não apenas as grandes redes do varejo, mas principalmente os pequenos e médios supermercadistas devem constantemente pesquisar, analisar e identificar o perfil detalhado de seus clientes”, explica Claudio Czapski, superintendente da Associação ECR Brasil. Ou seja, é necessário saber para quem se está vendendo.

Não é à toa que esteja tão em voga o conceito de clusterização, derivado da palavra de origem inglesa cluster, que significa aglomerado, grupo e que consiste da adequação do sortimento, atendimento e serviços de cada loja aos diferentes grupos de consumidores.

Identificando o perfil
Na prática, o conceito é muito utilizado atualmente para identificar o perfil de determinado agrupamento de clientes, de acordo com características como renda, valores, estilo de vida, faixa etária e escolaridade.

Outros atributos como hábitos de consumo e fluxo em determinados horários do dia ou períodos da semana permitem conhecer os costumes e comportamentos do público.

“Qualquer supermercadista, independentemente do tamanho, pode se beneficiar da clusterização, como meio de padronização e de diferenciação, tendo como ganho direto o aumento da competitividade”, diz Lílian Regina Barreto Pereira, do Grupo Pão de Açúcar.

Ela explica que o supermercadista deve ter parâmetros claros para determinar o sortimento adequado para cada unidade ou grupo de lojas, levando em conta aspectos como regionalidade, perfil sócio-econômico ou comportamental (compra de passagem, para reabastecimento etc.) e tamanho.

Antes das mudanças…
Antes, porém, de estabelecer as mudanças é necessário definir quais delas terão impacto significativo na avaliação que os clientes têm do estabelecimento. “O atrelamento de margem de preço, sortimento e serviços, de acordo com cada cluster, traz ganhos de eficiência, produtividade e de satisfação dos clientes”, enfatiza Lilian.

A sigla ECR representa um movimento global, nascido nos Estados Unidos, por meio do qual integrantes de toda a cadeia de abastecimento (varejo, atacado, distribuidores, indústria, serviços e outros), independentemente de marcas, preços ou participação de mercado, trabalham em conjunto em busca de padrões comuns para a melhoria dos processos, redução de custos, aumento da eficiência e, principalmente, atender às necessidades dos consumidores.

Para mais informações, consulte o site www.ecrbrasil.com.br

Publicado por: Armando Ferraz Santos | Fevereiro 5, 2008

De zero a 10 bilhões em sete anos

O Google é um fenômeno cultural. O nome da empresa entrou para dicionários de língua inglesa no ano passado como um verbo sinônimo de buscas na internet. É também um fenômeno como poucos já vistos no mundo dos negócios. A empresa faturou US$ 10 bilhões em 2006 e segue crescendo a uma velocidade que deixa os analistas estupefatos e os acionistas eufóricos. A ação foi lançada a US$ 85 e, hoje, dois anos e meio depois, vale mais de US$ 460.  

No começo deste século, o Google era apenas uma idéia. Uma idéia genial, capaz de colocar ordem no caos crescente chamado world wide web. Mas, ainda assim, apenas uma idéia. Essa transformação de um projeto acadêmico em uma das empresas mais admiradas do mundo, capaz de ditar os rumos de setores inteiros da economia, é uma história formidável. A decisão pelo formato de links patrocinados, os pequenos textos de duas linhas que aparecem no canto da página de resultados, ilustra como essa abordagem matemática deu origem a uma das empresas mais inovadoras de nosso tempo. Mas tudo começou com uma cópia. 

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Publicado por: Armando Ferraz Santos | Janeiro 17, 2008

Busca por comércio eletrônico no Brasil bate recorde em dezembro

SÃO PAULO (Reuters) – A procura por comércio eletrônico no Brasil ultrapassou a barreira dos 12 milhões de internautas residenciais pela primeira vez em dezembro, segundo dados do Ibope/NetRatings divulgados nesta quinta-feira.

Pesquisa revelada pela instituição, que iniciou suas medições no Brasil em 2000, mostra que 12,2 milhões dos internautas brasileiros fizeram buscas relacionadas ao comércio online no mês passado, fazendo com que essa categoria ganhasse alcance de 57 por cento dos usuários.

“O crescimento do alcance indica que o ‘Comércio Eletrônico’ cresce mais que a própria Internet, que por sua vez apresenta índices inéditos de aumento em sua base de internautas”, afirmou em nota o gerente de análise do Ibope/NetRatings, Alexandre Magalhães.

“São números excelentes, que devem corresponder a números recordes também no número de transações e valores transacionados no período de festas”, acrescentou.

De acordo com o estudo, o número de internautas residenciais ativos em dezembro foi de 21,4 milhões de indivíduos, 0,7 por cento a menos que em novembro mas 48,4 por cento maior ante mesmo período de 2006.

Considerando todos os ambientes de acesso –como Ibope/NetRatings , residência, escola etc.–, o levantamento do Ibope/NetRatings continua apontando que há 39 milhões de pessoas, com 16 anos ou mais, com acesso à Internet no país.

(Reportagem de Rodolfo Barbosa; Edição de Cesar Bianconi)

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