Por: Colunista
10/06/08 - 08h00
InfoMoney ( http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1110251&path=/seunegocio/ )

Uma grande rede de supermercados decide abrir uma loja bem próxima de outra, no mesmo bairro, com praticamente os mesmos serviços e sortimento. Os dois estabelecimentos estão situados em áreas nobres, com consumidores de alto poder aquisitivo. No entanto, a grande surpresa - negativa, por sinal - é descobrir que, enquanto uma ia de vento em popa, a outra não conseguia se firmar. Por quê?

Qual o erro cometido, já que ambas oferecem iguais serviços e mix de produtos? A resposta fundamental para a questão está no desconhecimento dos perfis específicos dos clientes de cada unidade, como renda, nível educacional, hábitos, estilo de vida, valores pessoais ou faixa etária.

Focos diferentes
De fato, no exemplo acima, apesar de as unidades estarem localizadas na mesma região geográfica e atenderem clientela com o mesmo poder de compra, critério comumente e muitas vezes o único levado em conta pelos varejistas para definir as estratégias comerciais, uma recebe pessoas de faixa etária mais alta, cujas expectativas e necessidades eram plenamente atendidas.

Em contrapartida, o público da loja que não vai bem é de jovens, com predileção por bebidas isotônicas, jogos eletrônicos, produtos esportivos etc., que não estavam disponíveis para compra. Encontrado o problema, foram feitas adaptações e o faturamento cresceu substancialmente.

“O exemplo real acima é uma clara demonstração de que não apenas as grandes redes do varejo, mas principalmente os pequenos e médios supermercadistas devem constantemente pesquisar, analisar e identificar o perfil detalhado de seus clientes”, explica Claudio Czapski, superintendente da Associação ECR Brasil. Ou seja, é necessário saber para quem se está vendendo.

Não é à toa que esteja tão em voga o conceito de clusterização, derivado da palavra de origem inglesa cluster, que significa aglomerado, grupo e que consiste da adequação do sortimento, atendimento e serviços de cada loja aos diferentes grupos de consumidores.

Identificando o perfil
Na prática, o conceito é muito utilizado atualmente para identificar o perfil de determinado agrupamento de clientes, de acordo com características como renda, valores, estilo de vida, faixa etária e escolaridade.

Outros atributos como hábitos de consumo e fluxo em determinados horários do dia ou períodos da semana permitem conhecer os costumes e comportamentos do público.

“Qualquer supermercadista, independentemente do tamanho, pode se beneficiar da clusterização, como meio de padronização e de diferenciação, tendo como ganho direto o aumento da competitividade”, diz Lílian Regina Barreto Pereira, do Grupo Pão de Açúcar.

Ela explica que o supermercadista deve ter parâmetros claros para determinar o sortimento adequado para cada unidade ou grupo de lojas, levando em conta aspectos como regionalidade, perfil sócio-econômico ou comportamental (compra de passagem, para reabastecimento etc.) e tamanho.

Antes das mudanças…
Antes, porém, de estabelecer as mudanças é necessário definir quais delas terão impacto significativo na avaliação que os clientes têm do estabelecimento. “O atrelamento de margem de preço, sortimento e serviços, de acordo com cada cluster, traz ganhos de eficiência, produtividade e de satisfação dos clientes”, enfatiza Lilian.

A sigla ECR representa um movimento global, nascido nos Estados Unidos, por meio do qual integrantes de toda a cadeia de abastecimento (varejo, atacado, distribuidores, indústria, serviços e outros), independentemente de marcas, preços ou participação de mercado, trabalham em conjunto em busca de padrões comuns para a melhoria dos processos, redução de custos, aumento da eficiência e, principalmente, atender às necessidades dos consumidores.

Para mais informações, consulte o site www.ecrbrasil.com.br

O Google é um fenômeno cultural. O nome da empresa entrou para dicionários de língua inglesa no ano passado como um verbo sinônimo de buscas na internet. É também um fenômeno como poucos já vistos no mundo dos negócios. A empresa faturou US$ 10 bilhões em 2006 e segue crescendo a uma velocidade que deixa os analistas estupefatos e os acionistas eufóricos. A ação foi lançada a US$ 85 e, hoje, dois anos e meio depois, vale mais de US$ 460.  

No começo deste século, o Google era apenas uma idéia. Uma idéia genial, capaz de colocar ordem no caos crescente chamado world wide web. Mas, ainda assim, apenas uma idéia. Essa transformação de um projeto acadêmico em uma das empresas mais admiradas do mundo, capaz de ditar os rumos de setores inteiros da economia, é uma história formidável. A decisão pelo formato de links patrocinados, os pequenos textos de duas linhas que aparecem no canto da página de resultados, ilustra como essa abordagem matemática deu origem a uma das empresas mais inovadoras de nosso tempo. Mas tudo começou com uma cópia. 

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SÃO PAULO (Reuters) - A procura por comércio eletrônico no Brasil ultrapassou a barreira dos 12 milhões de internautas residenciais pela primeira vez em dezembro, segundo dados do Ibope/NetRatings divulgados nesta quinta-feira.

Pesquisa revelada pela instituição, que iniciou suas medições no Brasil em 2000, mostra que 12,2 milhões dos internautas brasileiros fizeram buscas relacionadas ao comércio online no mês passado, fazendo com que essa categoria ganhasse alcance de 57 por cento dos usuários.

“O crescimento do alcance indica que o ‘Comércio Eletrônico’ cresce mais que a própria Internet, que por sua vez apresenta índices inéditos de aumento em sua base de internautas”, afirmou em nota o gerente de análise do Ibope/NetRatings, Alexandre Magalhães.

“São números excelentes, que devem corresponder a números recordes também no número de transações e valores transacionados no período de festas”, acrescentou.

De acordo com o estudo, o número de internautas residenciais ativos em dezembro foi de 21,4 milhões de indivíduos, 0,7 por cento a menos que em novembro mas 48,4 por cento maior ante mesmo período de 2006.

Considerando todos os ambientes de acesso –como Ibope/NetRatings , residência, escola etc.–, o levantamento do Ibope/NetRatings continua apontando que há 39 milhões de pessoas, com 16 anos ou mais, com acesso à Internet no país.

(Reportagem de Rodolfo Barbosa; Edição de Cesar Bianconi)

Como vimos no artigo anterior temos diversas formas de e-commerce, aqui estarei falando da mais utilizada ferramenta de e-commerce que é a loja virtual, temos inúmeros modelos e formas de desenvolver uma loja sejam de um pet - shop ou de um supermercado.

O que cada empresa tem que ter é a estratégia bem definida para entrar neste mundo lucrativo, ao optar por um e-commerce temos que ter em mente a logística dos produtos que iremos vender segurança dos dados, optar por um sistema de informação adequado entre outras variáveis, mas calma não se assuste, hoje já possui soluções boas e baratas para estes questionamentos.

Algumas empresas entram no mundo dos negócios virtuais, mas não alcançam os resultados esperados, pois devido às falhas no planejamento como o tipo de tecnologia, qual modelo de negócio, qual parceiro e/ou fornecedor escolher, estas são questões que devem estar claras antes de iniciar a construção do seu e-commerce.

Atualmente se tem três tipos de soluções, para abrir uma loja virtual são: Loja virtual na qual plataforma é de propriedade do próprio lojista, geralmente é desenvolvida exclusivamente para o lojista o que sai um pouco mais caro porem você tem total controle sobre ela. 

Loja virtual na qual plataforma é de propriedade de uma empresa terceira, e o lojista paga uma taxa de uso desta ferramenta, esta solução sai mais barata porem devemos ficar atentos, pois nem sempre podemos alterar ou temos demoras na hora de mudar o e-commerce, o que causa alguns transtornos.

Loja virtual na qual é totalmente administrada por terceiros, seja a logística e/ou atendimento, uma solução interessante para grandes empresas que provavelmente se tem grandes volumes, já pequenos e médios empreendedores devem ter uma visão maior do custo/beneficio.

Todas as soluções devem ter uma analise criteriosa não só pelo lado custo / beneficio, mas também checar fatores como segurança, administração, customização, vantagens e desvantagens, procure sempre um profissional por perto para auxiliar nestas decisões.

Recebi algumas duvidas sobre e-commerce e resolvi me aprofundar um pouco mais neste assunto, pois estaremos cada dia mais inseridos neste mundo de negócios virtuais, tenha certeza que você vai fazer parte dele.

Mas quando falamos de e-commerce nos vem quase que instantaneamente em nossas mentes lojas virtuais e a venda de produtos on-line, mas e-commerce é muito mais abrangente e envolve diversos tipos de negócios, o e-commerce se desenvolveu em todo o mundo muito rápido e criou muitas oportunidades de negócios, gerou empregos e mudou a forma de como as empresas fazem suas negociações. Neste artigo vou falar um pouco sobre alguns tipos de e-commerce que são:

Empresa - Empresa (Business to Business – B2B):
Acredito que seja o mais utilizado, As transações B2B evolve além de negociação entre empresas, serviços que são disponibilizados apenas para empresas.

Empresa - Consumidor (Business to Consumer – B2C):
São transações comerciais entre empresas e consumidores finais, requer um cuidado especial, pois este vai estar em contato direto com seus consumidores finais e deve ter uma estratégia de marketing mais cuidadosa.

Consumidor - Consumidor (Consumer to Consumer - C2C):
Aqui temos negócios entre pessoas, alguns exemplos são sites de classificados e leilões, geralmente o lucro destes sites é ligado à publicidade e ou taxas cobradas pelo uso do web site.

Consumidor - Empresa (Consumer to Business):
Pouco usual, mas muito interessante, pois dá a oportunidade para o consumidor contata a empresa para efetuar a compra, um exemplo são os “leilões reversos” onde o consumidor coloca o que quer comprar e as empresas colocam os preços.

Empresa - administração (Business to Administration):
Nesta modalidade a consiste entre empresas e o estado, um exemplo é o posto fiscal de São Paulo que permite, por exemplo, emissão e consulta de guias.
Consumidor - administração (Consumer to Administration):
Aqui é o consumidor, ou melhor, dizendo o cidadão com o Estado, um exemplo muito interessante em São Paulo é a Delegacia on-line onde podemos fazer um Boletim de ocorrência sem precisar ir à delegacia (Exceto em alguns casos).

Esta é só uma visão geral no próximo artigo estarei falando um pouco mais sobre lojas virtuais seus tipos, vantagens e desvantagens.

Mais informações: Unicamp
Este post foi parcialmente publicado também na revista Em Condomínios

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